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The first time Martin Garrix came into my life I had just begun to listen to EDM. It was something I was trying to force myself into liking (yes, I went through some stuff really late in my life, let’s drop it now) so I didn’t really like it. However, I thought the kid, who was 17 back then, was pretty cool and that he knew what he was doing. And his music stuck in my head.

A little later, I was crazy about his single Don’t look down (yes, once again, I went through some stuff really late in my life, let’s drop it now) and I started to really appreciate his work.

During his concert in Tomorrowland 2016, I experienced one of the happiest moments in my life, weird as it may sound. Although I was surrounded by a humongous crowd, I managed to get myself a little bit backwards so I could move (and breath) and I danced, jumped and sang like crazy, ignoring everyone and everything else, except for the stage, the fireworks and, of course, the music.

It felt like real freedom.

Today, DJ Mag named him the 1st DJ in the world.

There may be a lot of discussions and critical points about quality in electronic music. Regardless, the kid, who’s still so young, is able to keep thousands of people dancing and having fun for over an hour. That’s impressive.

You don’t have to be a fan of Bob Dylan in order to be a true literature… music (I got confused!) lover.

O Martin Garrix entrou na minha vida quando eu tinha começado há muito pouco tempo a ouvir EDM. Uma vez que era algo forçado (sim, é verdade, passei muito tardiamente por algumas fases da vida, ignoremos o assunto), não era algo de que gostasse propriamente. Consegui, no entanto, reconhecer que o miúdo, com 17 anos na altura, tinha jeito para aquilo e sabia o que estava a fazer. Para além disso, a música entrava nos ouvidos.

Pouco tempo mais tarde, delirava com o single dele Don’t look down (sim, é verdade, passei muito tardiamente por algumas fases da vida, ignoremos o assunto) e, a partir daí, comecei a seguir e gostar verdadeiramente do trabalho dele.

O concerto dele no Tomorrowland 2016 foi um dos momentos mais felizes que já vivi, por muito estranho que possa soar. Apesar de estar no meio de uma multidão infinita, consegui arranjar um lugar relativamente resguardado de forma a poder mexer-me (e respirar) e dancei, saltei e cantei até quase à exaustão, alheada de tudo e de todos, à exceção do palco, do fogo de artifício e, claro, da música.

Foi uma sensação enorme de liberdade.

Hoje foi nomeado DJ número um no mundo pela DJ Mag.

Pode haver imensas opiniões controversas e discussões quanto à qualidade na música eletrónica. Ainda assim, o rapaz, sendo ainda tão novo, é capaz de manter milhares de pessoas a dançar e a divertir-se durante cerca de uma hora. É de louvar.

Não é preciso, obrigatoriamente, ser fã de Bob Dylan para ser um verdadeiro apreciador de literatura… música (fiquei confusa!).

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